Vocë sabe o que são probióticos?
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), são como organismos
vivos benéficos para a saúde, desde que administrados em quantidades
certas. Estas bactérias (boas) melhoram a saúde do intestino,
facilitando a digestão e a absorção dos nutrientes. Têm efeitos
positivos no controle do colesterol, no combate à diarreia e na doença
inflamatória do intestino.
Podem ser componentes de alimentos industrializados, tais como leites fermentados, iogurtes ou cápsulas ou em pó.
Bactérias vivas e batalhadoras (elas resistem ao processo de digestão e chegam intactas ao intestino), que só fazem bem à nossa saúde. Assim são os probióticos, que, você sabe, ajudam a combater os microrganismos inimigos, aqueles relacionados à produção excessiva de gases, prisão de ventre e à má absorção de nutrientes. O exército aliado faz mais ainda: “Associado a uma dieta saudável, rica em fibras e adequada em água, ele auxilia na produção de células protetoras e, com isso, fortalece as nossas defesas”, afirma a nutróloga Ana Luiza Vilela, de São Paulo. Essa tropa, presente principalmente em iogurtes, leites fermentados e em alguns queijos, também reduz o risco de obesidade e, segundo estudos científicos atuais, acelera a cicatrização da pele, além de prevenir doenças emocionais, como a ansiedade. Descubra aqui como ela entra em ação para promover esses e outros benefícios.
Pode aposentar a balinha de hortelã! Os
probióticos diminuem o mau hálito, além de reduzir a incidência de cárie
e gengivite, segundo um estudo da Universidade Internacional
da Catalunha, na Espanha, publicado no periódico inglês Archives of Oral
Biology. As bactérias espantam ainda o fungo Candida albicans, que
causa a candidíase oral – o famoso sapinho.
Sua preocupação é com a balança? Os bichinhos do bem reduzem os
processos inflamatórios nas células de gordura, o que favorece a perda
de peso. O tipo gasseri (lacbobacilo isolado do leite materno) se
mostrou promissor especialmente na redução da gordura visceral. “Ainda
são necessários mais estudos com esse probiótico. Porém, sabe-se que ele
melhora o ambiente do intestino e diminui a gordura entre os órgãos”,
explica o gastroenterologista Thiago Szelgo, de São Paulo.
Dá para sentir na pele os efeitos positivos dos microrganismos do
bem. Eles criam uma barreira contra os agentes inflamatórios que
favorecem o aparecimento de acne e rosácea (vermelhidão no rosto,
principalmente nas bochechas). “Os probióticos são ainda capazes de
melhorar a hidratação e a elasticidade da pele, segundo um estudo
japonês, de 2014. Com isso, essas bactérias aliadas previnem rugas e
flacidez”, comenta a dermatologista Isabela Buanain, de São Paulo. No
último Congresso Internacional de Nutrição Funcional, a nutricionista
Eliane Tagliari, de Curitiba, especializada em nutrição estética,
destacou outras ações benéficas na pele reveladas em estudos científicos
recentes: “Além de agir como fotoprotetores e, com isso, diminuir o
stress provocado pela radiação UV, os probióticos são fundamentais para
uma boa cicatrização da pele”. Essa é uma ótima dica para quem estiver
com uma cirurgia agendada.
Drible nas alergias
Xixi sem dor
Longe do Candida albicans, você se livra de outro incômodo, a candidíase vaginal. “Os microrganismos causadores de infecções urinárias e vaginoses (que ocorre quando há desequilíbrio da flora vaginal) também perdem espaço. Isso graças à imunidade promovida pelos probióticos”, afirma a ginecologista Heloisa Brudniewski, de São Paulo.
Stress, excesso de açúcar, gorduras e remédios enfraquecem o exército de bactérias boas no intestino. Por isso, dependendo da sua alimentação e do seu ritmo de vida, os probióticos na forma de suplementos (à venda em cápsula e pó) são muito bem-vindos. Mas evite comprar esse tipo de produto sem orientação de um médico ou nutricionista. “Além de existirem muitas espécies capazes de proteger o intestino, a concentração adequada é específica para cada paciente”, avisa a nutricionista Fernanda Shumaker, de São Paulo. Detalhe: como as bactérias probióticas não sobrevivem por muito tempo no nosso organismo, elas devem ser consumidas com frequência – seja na forma de suplemento ou alimentos.
Podem ser componentes de alimentos industrializados, tais como leites fermentados, iogurtes ou cápsulas ou em pó.
Bactérias vivas e batalhadoras (elas resistem ao processo de digestão e chegam intactas ao intestino), que só fazem bem à nossa saúde. Assim são os probióticos, que, você sabe, ajudam a combater os microrganismos inimigos, aqueles relacionados à produção excessiva de gases, prisão de ventre e à má absorção de nutrientes. O exército aliado faz mais ainda: “Associado a uma dieta saudável, rica em fibras e adequada em água, ele auxilia na produção de células protetoras e, com isso, fortalece as nossas defesas”, afirma a nutróloga Ana Luiza Vilela, de São Paulo. Essa tropa, presente principalmente em iogurtes, leites fermentados e em alguns queijos, também reduz o risco de obesidade e, segundo estudos científicos atuais, acelera a cicatrização da pele, além de prevenir doenças emocionais, como a ansiedade. Descubra aqui como ela entra em ação para promover esses e outros benefícios.
Relax baby
Ansiosa? Desconte nos probióticos! O consumo regular das bactérias Bifidobacterium e Lactobacillus, as espécies mais comuns nos alimentos fermentados, foi associado a uma redução nos episódios de emoções negativas. Em um dos estudos mais atuais sobre o assunto, publicado na revista científica americana Psychiatry Research, os participantes com personalidade instável se mostraram menos tensos após seguirem uma dieta farta nesses microrganismos. Isso revela que a microbiota (nome atual para a flora intestinal) tem participação na comunicação entre o intestino e o sistema nervoso central. Quando há algum tipo de problema nesse diálogo, as informações transmitidas ao cérebro pela serotonina (95% desse neurotransmissor do bemestar são produzidos no intestino, lembra?) chegam de maneira distorcida. Os sintomas são impaciência e inquietação.
Boca livre
Pode aposentar a balinha de hortelã! Os
probióticos diminuem o mau hálito, além de reduzir a incidência de cárie
e gengivite, segundo um estudo da Universidade Internacional
da Catalunha, na Espanha, publicado no periódico inglês Archives of Oral
Biology. As bactérias espantam ainda o fungo Candida albicans, que
causa a candidíase oral – o famoso sapinho.
Bye-bye gordurinhas
Sua preocupação é com a balança? Os bichinhos do bem reduzem os
processos inflamatórios nas células de gordura, o que favorece a perda
de peso. O tipo gasseri (lacbobacilo isolado do leite materno) se
mostrou promissor especialmente na redução da gordura visceral. “Ainda
são necessários mais estudos com esse probiótico. Porém, sabe-se que ele
melhora o ambiente do intestino e diminui a gordura entre os órgãos”,
explica o gastroenterologista Thiago Szelgo, de São Paulo.
Beleza protegida
Dá para sentir na pele os efeitos positivos dos microrganismos do
bem. Eles criam uma barreira contra os agentes inflamatórios que
favorecem o aparecimento de acne e rosácea (vermelhidão no rosto,
principalmente nas bochechas). “Os probióticos são ainda capazes de
melhorar a hidratação e a elasticidade da pele, segundo um estudo
japonês, de 2014. Com isso, essas bactérias aliadas previnem rugas e
flacidez”, comenta a dermatologista Isabela Buanain, de São Paulo. No
último Congresso Internacional de Nutrição Funcional, a nutricionista
Eliane Tagliari, de Curitiba, especializada em nutrição estética,
destacou outras ações benéficas na pele reveladas em estudos científicos
recentes: “Além de agir como fotoprotetores e, com isso, diminuir o
stress provocado pela radiação UV, os probióticos são fundamentais para
uma boa cicatrização da pele”. Essa é uma ótima dica para quem estiver
com uma cirurgia agendada.
Drible nas alergias
O probiótico L. casei (encontrado em alguns leites fermentados) foi
associado ao atraso de sintomas alérgicos, como a sinusite. Mas qualquer
espécie, quando em bom número, defende o organismo de diferentes tipos
de infecção, além de manter o resfriado à distância. Isso porque eles
disputam o território com os agentes alergênicos e quase sempre ganham a
batalha. “As bactérias do bem ainda expulsam as toxinas e aumentam a
absorção de vitaminas e minerais”, diz a nutróloga Ana Luiza.
Xixi sem dorLonge do Candida albicans, você se livra de outro incômodo, a candidíase vaginal. “Os microrganismos causadores de infecções urinárias e vaginoses (que ocorre quando há desequilíbrio da flora vaginal) também perdem espaço. Isso graças à imunidade promovida pelos probióticos”, afirma a ginecologista Heloisa Brudniewski, de São Paulo.
VAI UMA CÁPSULA?
Stress, excesso de açúcar, gorduras e remédios enfraquecem o exército de bactérias boas no intestino. Por isso, dependendo da sua alimentação e do seu ritmo de vida, os probióticos na forma de suplementos (à venda em cápsula e pó) são muito bem-vindos. Mas evite comprar esse tipo de produto sem orientação de um médico ou nutricionista. “Além de existirem muitas espécies capazes de proteger o intestino, a concentração adequada é específica para cada paciente”, avisa a nutricionista Fernanda Shumaker, de São Paulo. Detalhe: como as bactérias probióticas não sobrevivem por muito tempo no nosso organismo, elas devem ser consumidas com frequência – seja na forma de suplemento ou alimentos.

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