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Últimos Artigos

terça-feira, 18 de abril de 2017

As 4 melhores dietas para as amantes de carboidratos

Por Krissy Brady

Pergunte a qualquer um o que é preciso para perder alguns quilos, e cortar carboidratos será provavelmente a grande estrela da conversa. Mas investir em uma dieta low-carb não significa apenas tirar os carboidratos refinados (macarrão e pão branco), que dão a fama de mau a esse importante macronutriente; ela também pode limitar severamente muitas das fontes mais saudáveis de carboidratos, como frutas, legumes e grãos, para citar alguns. E isso é ruim, uma vez que esses alimentos podem mantê-la saciada com menos calorias e deixar seu metabolismo funcionando.
Quando você está em busca do controle de peso, as dietas que têm um equilíbrio saudável de carboidratos, proteínas e gorduras — e que enfatizam as escolhas de alimentos mais saudáveis — são as melhores opções, segundo Susan Bowerman, nutricionista e diretora de educação nutricional mundial na Herbalife. Como regra geral, você deve procurar obter cerca de 40% a 50% de suas calorias dos carboidratos, incluindo vegetais, 20% a 30% de proteínas e 30% ou menos de gorduras saudáveis.
Se você está se perguntando como começar, seguir uma dessas quatro dietas pode ajudá-la a praticar (e sustentar) hábitos alimentares saudáveis, sem fazer do carboidrato seu inimigo.


1 A dieta mediterrânea

 

“Ao contrário de muitos outros planos de alimentação, a dieta mediterrânea não diminui o consumo de carboidratos ou gordura”, diz Edwina Clark, chefe de nutrição e bem-estar no site norte-americano Yummly. Ela enfatiza alimentos à base de plantas e é rica em frutas e legumes frescos, peixes e aves, azeite, oleaginosas, grãos integrais, ervas e especiarias. Vinho tinto, queijo, iogurte e ovos também fazem parte do plano de alimentação (com moderação), enquanto carnes e doces são consumidos apenas ocasionalmente. “E pelo fato de nenhum grupo de alimentos ser proibido, a dieta mediterrânea é mais fácil de ser sustentada no longo prazo, se comparada a outras mais restritivas”, diz Clark. O melhor de tudo: Você não precisa perder os benefícios de comer carboidratos ricos em fibras, incluindo a saciedade e o controle do colesterol.

2 A dieta Dash

 

A dieta Dash (Dietary Approaches to Stop Hypertension), ou, em uma tradução livre, dieta para barrar a hipertensão, foi desenvolvida justamente para ajudar a prevenir esse problema, segundo Liz Blom, uma nutricionista de Minnesota, nos EUA. Isso porque este plano prioriza nutrientes como potássio, cálcio, proteínas e fibras, que são cruciais para combater a hipertensão. “Mas também é crucial para a perda de peso”, afirma ela. A dieta prioriza os alimentos que você sempre foi incentivada a comer (frutas, legumes, grãos integrais, carnes magras e produtos lácteos com baixo teor de gordura), ao mesmo tempo em que limita o consumo de alimentos não saudáveis (açúcar, carne vermelha e alimentos ricos em sódio).

 

3 A dieta flexitariana ou semivegetariana

 

A teoria por trás da dieta flexitariana é que você não tem que eliminar inteiramente a carne para colher os benefícios de saúde associados ao vegetarianismo — você pode ser uma vegetariana na maioria das vezes, mas ainda desfrutar de um hambúrguer ou bife quando o desejo vier. “Tornar-se uma flexitariana faz você adicionar alguns grupos alimentares à sua dieta”, diz Blom. Isso inclui alternativas à carne (tofu, feijão, lentilhas, ervilhas, ovos, oleaginosas e sementes). Outros alimentos da dieta que saciam incluem frutas e legumes, grãos integrais e laticínios. “Os vegetarianos tendem a comer menos calorias, pesam menos e têm um IMC menor do que os seus companheiros carnívoros”, diz Blom. “Se você enfatizar o componente baseado em plantas dessa dieta, comendo muitas frutas, legumes e cereais integrais, provavelmente vai se sentir satisfeita com menos calorias do que está acostumada, e obviamente vai perder peso.”

 

4 Você não precisa de uma dieta

 

Também vale a pena acrescentar que você não tem que seguir uma dieta para perder peso. Em vez disso, concentre-se em encher metade do seu prato com legumes, aumentando a sua ingestão de proteínas e reduzindo a sua cota de carboidratos refinados significativamente. Os grãos não são os inimigos, mas, em excesso, as  batatas fritas, a tigela de massa branca ou um pão francês podem tornar seu objetivo algo inalcançável.
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sexta-feira, 31 de março de 2017

Aprenda a fazer este delicioso muffin de cacau com fibras da Herbalife

Você faz receitas incríveis e saudáveis com os produtos Herbalife aprenda com o vídeo abaixo como fazer um delicioso muffin fitness com os produtos da Herbalife. Saudável e com muita fibra você vai se surpreender com o sabor delicioso!


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PERDER PESO Operação biquíni em 7 dias

 
Que tal parar de usar aquele velho maiô e colocar aquele biquíni qua fica sempre no fundo da gaveta ?
Se você não quer viver somente a base de saladas lembramos que a fome nunca é uma boa opção e jamais devemos passar fome em qualquer dieta. Ponha em pratica essas dicas que te farão sentir uma mulher mais tonificada, leve e em forma.
Siga fielmente nossas dicas e lembre-se de nós quando estiver se bronzeando com seu biquíni a beira mar. Vai valer a pena!

2ª FEIRA

Dia de Fibra

Os alimentos ricos em fibra deixam-na saciada por mais tempo. Coloque um pouco de óleo ou sementes de linhaça num iogurte ou junte frutas secas à sua salada. Se quiser comer um pouquinho de carbohidratos, não passe os 100 g de arroz integral com um bife de peru ou frango na hora do almoço.


3ª FEIRA

Coma e queime

Se fizer várias refeições ao longo do dia, conseguirá manter o metabolismo acelerado e queimará calorias em um ritmo constante. Mas se tiver um “ataque” compulsivo por comida, pelo menos, tente que não exceda as 350 calorias.


4ª FEIRA 

Menos Retenção

Brócolis, cebolas e pimentões causam gases e podem deixá-la com mais barriga. Coma alimentos com muita água, como pepino, espinafres e espargos. As frutas ricas em potássio – banana, laranja… - também ajudam a evitar a retenção de líquidos. 


5ª FEIRA 

Beba muita água

Ingira dois a três litros de água por dia. Para que ela chegue à corrente sanguínea, deve beber aos poucos. Caso contrário, será filtrada pelo fígado e terá de ir à ao banheiro de cinco em cinco minutos.


6ª FEIRA 

Elimine os alimentos processados

São tentadores, mas não satisfazem durante muito tempo e viciam. Aposte só no que é saudável. No supermercado, escolha as frutas e das verduras. Achou um abacaxi? Esse mesmo, compre-o! É um ótimo diurético!


SÁBADO

Não beba isso!

Evite as bebidas alcoólicas, pois desidratam, são calóricas e muitas vezes a acompanhadas de petiscos engordam muito. Vários estudos já concluíram que as mulheres consomem mais calorias quando ingerindo bebidas alcoólicas. Não quer nada disto, certo?


DOMINGO 

Coma proteína

Um pequeno-almoço saudável e rico em proteínas irá deixá-la saciada, pelo que dificilmente cairá na tentação de recorrer aos petiscos calóricos. Experimente fazer claras de ovo batidas (o máximo de 3 ovos) com verduras. À noite, as proteínas ajudam a queimar e constroem seus músculos. Lembre-se de quanto mais massa magra mais calorias você queima
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sábado, 25 de março de 2017

Todo o esforço do mundo pode não ser suficiente se estiver cometendo estes erros.

OPÇÃO 1
Porque (e é normal) o treino está a aumentar a sua massa muscular (representa 36% do seu peso), que pesa mais do que a gordura.


OPÇÃO 2
Come muito carbohidratos refinados (bolos, batatas fritas, suco com açucar…) antes de treinar ou competir. Estes alimentos dão-lhe energia explosiva, mas impedem a queima de gorduras e não são saciantes, pelo que ao fim de pouco tempo volta a ter fome.


OPÇÃO 3
Talvez esteja comendo demais. Para evitar, convém que planifique as suas refeições. Prepare uma refeição equilibrada duas horas antes de treinar e outra uma hora depois. Assim vai conseguir controlar o seu apetite.

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segunda-feira, 20 de março de 2017

 Comer a mesma refeição todos os dias ajuda a perder peso?

Por K. Aleisha Fetters

Você manda para baixo o mesmo café da manhã, almoço e jantar nos sete dias da semana? Por mais chato que pareça, é uma tática muito comum de perda de peso. “Muitas pessoas acabam comendo os mesmos alimentos todos os dias porque acreditam que eles são as ‘melhores’ ou ‘ as mais saudáveis’ opções disponíveis no mercado”, diz a nutricionista Tori Schmitt, fundadora do YES! Nutrition.

Afinal de contas, se a couve faz bem a você, por que não consumi-la todos os dias?
“Para outros nutricionistas, o método coma-a-mesma-coisa-todos-os-dias é mais fácil. Ele tira a parte de pensar em quais alimentos escolher e otimiza todo o processo de ir ao supermercado, fazer compras e preparar as refeições”, diz ela. E, até onde sabemos, se você vai se ater a um método de alimentação saudável, ele precisa ser fácil.

Ainda assim, as desvantagens dessa abordagem simplificada pode estragar seriamente seus objetivos de perda de peso e até mesmo a sua saúde. “Depois de comer um alimento com frequência suficiente, seu cérebro na verdade começa a perceber que a comida é cada vez menos apetitosa”, diz Schmitt. Isso é conhecido como fadiga do paladar ou exaustão do paladar.

O resultado: “Aderir ao menu fixo se torna cada vez mais difícil e seu desejo por junk foods muito mais palatáveis salta”, diz ela. E essa é a hora em que deslizes e excessos acontecem –uma pesquisa da Harvard School of Public Health, por exemplo, relacionou uma variedade nutricional a um risco menor de obesidade. Assim, mesmo que comer uma grande variedade de alimentos ao longo de uma semana ou um mês exija mais preparação, é mais fácil de manter a longo prazo.

“Ainda mais preocupante do que a exaustão, porém, é a deficiência nutricional que vem ao comer os mesmos alimentos dia após dia”, diz Schmitt. Isso porque, não importa o quão saudável esteja comendo, você não vai consumir todos os nutrientes que precisa na vida em três refeições idênticas ao dia.

“Cada alimento oferece uma mistura única de nutrientes”, diz Schmitt. “Fontes de proteínas diferentes são uma matriz diferente de aminoácidos, e alimentos ricos em gordura, como azeitonas e abacate são fontes específicas de ácidos graxos essenciais.

Deficiências nutricionais podem comprometer seus níveis de energia e sua capacidade de construir músculos enquanto queima de gordura, também levando a sérios problemas de saúde — como anemia — que podem exigir intervenção médica para tratar. Basicamente, não é algo que você quer arriscar.

Felizmente, para adicionar variedade em seu plano de alimentação não é preciso aprender uma tonelada de novas receitas ou gastar horas extras na cozinha.

“Para manter as coisas simples, atenha-se aos princípios básicos que você ama e mude apenas alguns dos componentes da refeição”, diz Schmitt. Por exemplo, se você come aveia no café da manhã todos os dias, mude a receita adicionando oleaginosas e frutas ao prato ao longo da semana. Em alguns dias você pode colocar amêndoas e morangos, em outros, nozes e banana.

Você pode usar essa estratégia em qualquer outra refeição. Use pesto em alguns de seus wraps e hummus em outros. Se você come muita couve, opte às vezes pela rúcula. Depois de ficar um tempo com ela, use um pouco de espinafre. Estes ajustes pequenos darão um saldo positivo enorme no departamento da perda de peso.
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sexta-feira, 17 de março de 2017

Segundo a ciência esse é o melhor treino para perder peso

Por Macela Mackenzie

Quando você está malhando para perder peso, pode ser confuso tentar escolher entre um plano de treino específico ou até mesmo uma aula que queima mais calorias por hora. Mas agora, um novo estudo está mostrando quais exercícios na verdade valem o seu tempo.

Para o estudo, publicado no Journal of Sports Medicine and Physical Fitness, os pesquisadores quiseram determinar o quanto programas de treinamento diferentes afetam a perda de peso, massa gorda, força muscular e o condicionamento físico em um grupo de mulheres com sobrepeso e obesas. Eles distribuíram aleatoriamente 32 mulheres com sobrepeso em um treino aeróbico de baixo impacto que incluía treino de força ou um programa de aeróbico de alto impacto.

Aeróbicos de alto impacto
Esse programa fazia as participantes executarem aulas intensas e longas de cardio quatro vezes por semana. Os treinos de alto impacto, que focam em movimentos que fazem você pular, incluindo kickboxing cardio, aulas de dança com cardio, treino de exército (ou boot camp), ou treino intervalado de alta intensidade (HIIT), como agachamentos com saltos, burpees etc. As mulheres que ficaram no grupo de alto impacto gastaram de cinco a 10 minutos se aquecendo, seguidos de 40 minutos de treino, e depois cinco a 10 minutos de desaquecimento. Durante o estudo, as mulheres malharam usando como base 85% da freqüência cardíaca máxima.

Aeróbico de baixo impacto + Cardio
As que seguiram o programa de baixo impacto malharam a mesma quantidade, mas combinaram treino de força com um cardio de baixo impacto, ou seja, nada de pular. Durante cada sessão, as mulheres se aqueceram por cinco a 10 minutos, gastaram 30 minutos fazendo aeróbicos “rítmicos” (como uma aula de step), seguido de 20 minutos de treino de força com máquinas de resistência. Durante cada sessão elas realizaram movimentos como extensões de perna, supino, extensões de tríceps e rosca de bíceps. Depois elas gastaram os últimos cinco a 10 minutos desaquecendo.
Durante o seu programa de treinamento, as participantes aumentaram sua freqüência cardíaca para 65% de seu máximo. Ao mesmo tempo, elas gradualmente aumentaram o peso que levantavam de 60% de uma repetição máxima (ou o maior peso que poderiam levantar uma vez) para 80%. Em outras palavras, eles estavam levantando pesado.

Os resultados
Depois de 24 semanas de trabalho com cada um dos planos, os pesquisadores descobriram que ambos os grupos de mulheres perderam peso e melhoraram seu condicionamento em geral. Mas as mulheres do grupo de treinamento de alta intensidade perderam mais massa gorda, gordura corporal (7% versus 3%) e peso corporal (cerca de 4,5 quilos versus 2,7 quilos) do que o grupo de treinamento de força e de cardio de baixo impacto. No entanto, as mulheres que levantaram peso ganharam mais massa magra que aumenta o metabolismo. As mulheres do grupo de treinamento de alta intensidade não ganharam nenhuma massa magra.

A conclusão
Ok, exercícios de alta intensidade são ótimos para perder mais gordura rápida e quilos, mas isso não significa que os movimentos de baixo impacto e treinamento de força são um desperdício total de tempo. Ao invés de excluir os movimentos de construção muscular, incorpore o treinamento de força e os exercícios de baixo impacto em seu plano de treino pesado. Dessa forma, você vai aumentar o seu metabolismo por meio da construção de músculos e continuar a queimar gordura e calorias com exercícios duros que fazem você suar a camisa.
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O que você acha que faz mais mal para seu corpo?

Por Krissy Brady

Hoje em dia a frase “tudo em moderação” se tornou a palavra de ordem dos adeptos da alimentação saudável – mas quando se trata de açúcar e sal, muitas de nós ficam sem argumento. Embora ambos desempenhem papeis importantes em nossa saúde (o cérebro precisa de açúcar para energia, e os músculos precisam de sal para contrair, por exemplo), eles também podem causar uma enorme variedade de problemas de saúde quando consumidos em excesso, segundo o médico Niket Sonpal, professor assistente no Touro College of Osteopathic Medicine , em Nova York, nos EUA.
Então qual desses vícios tem um maior impacto em sua saúde, e por quê? Vamos investigar.

Açúcar
Os especialistas não têm tanto problema com os açúcares de ocorrência natural (como os encontrados nas frutas). A guerra é mesmo com os açúcares refinados e aditivos. “Leite e suco de fruta 100% natural, por exemplo, contêm açúcares naturais e calorias, mas eles também são fontes de nutrientes, como vitaminas, minerais, proteínas (no leite), e polifenóis (no suco)”, diz Kaleigh McMordie, nutricionista do Texas. Bebidas açucaradas, como refrigerantes e chás industrializados, por outro lado, providenciam açúcar e calorias com pouca nutrição. O mesmo vale para a maioria dos petiscos que nos rodeiam regularmente — eles não fornecem benefícios nutricionais (como fibras, proteínas ou vitaminas e minerais), a menos que sejam retirados pelos fabricantes e adicionados de volta mais tarde. “Não surpreendentemente, o consumo exagerado desses produtos pode levar à obesidade e a deficiências nutricionais”, diz McMordie.

“Todos os açúcares, independentemente de como são rotulados — açúcar branco, xarope de milho rico em frutose, açúcar de cana, açúcar de cana evaporado, açúcar mascavo –, têm um efeito semelhante na elevação dos níveis de açúcar no sangue, causando a produção de insulina”, diz Murdoc Khaleghi, diretor médico da WellnessFX. O corpo libera insulina a fim de mover o açúcar para fora do sangue e para as células para usá-lo como energia.

Geralmente esse processo é bastante coerente, mas quando você consome quantidades excessivas de açúcar, as habilidades de armazenamento de gordura do seu corpo ficam saturadas. O aumento da produção de insulina pode levar à resistência a esse hormônio, forçando o corpo a criar mais insulina, que, em seguida, armazena mais gordura, de acordo com Khaleghi. Ao longo do tempo, a resistência à insulina e o ganho de peso subsequente ao consumo excessivo de açúcar podem levar ao desenvolvimento de diabetes tipo 2. A doença, além de aumentar o risco de glaucoma, é uma das principais causas de insuficiência renal e é o principal fator de risco para ataque cardíaco e acidente vascular cerebral (AVC).

Pior, o consumo de açúcar em excesso, particularmente de açúcares refinados, é capaz de  levar a alterações no metabolismo do corpo e à inflamação excessiva, que pode eventualmente implicar em uma variedade de doenças crônicas. “Certos tipos de moléculas de açúcar, chamadas frutose, são processadas apenas pelo fígado”, diz Rachel Head, educadora especializada em diabetes certificada pela One Drop. “Quando o fígado é sufocado pelo processamento de muita frutose, uma reação em cadeia metabólica pode ocorrer, e vários estudos ligam essa reação ao aumento dos riscos de níveis anormais de colesterol, hipertensão arterial, doença hepática gordurosa, síndrome metabólica e doenças cardíacas.”

Sal
O corpo humano precisa de sal para regular os fluidos e carregar cargas elétricas entre as células. No entanto, “enquanto os efeitos do açúcar estão se tornando cada vez mais compreendidos pela ciência, a forma pela qual o sal afeta nossa saúde é mais debatida”, diz Khaleghi. “Para a maioria das pessoas saudáveis, uma quantidade moderada de sal é facilmente processada e realmente exigida pelo corpo, enquanto quantidades excessivas podem contribuir para problemas de saúde a longo prazo”. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo diário de sal não deve ultrapassar 5 gramas. No entanto, com base em dados compilados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da pesquisa Vigitel 2013 (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), estima-se que o consumo médio do brasileiro seja de 12 gramas de sal por dia.

Durante muitos anos, os especialistas acreditavam que o sódio causava retenção de líquidos no corpo e um acúmulo de pressão nos vasos sanguíneos, levando à hipertensão arterial. Uma pressão arterial descontrolada pode causar grandes problemas de saúde, como ataque cardíaco e acidente vascular cerebral, bem como problemas renais e de visão. No entanto, a ligação entre o sal e a pressão arterial elevada tem sido bastante debatida. Um estudo de 2014 com mais de 8.000 adultos franceses descobriu que o consumo de sal não foi associado à pressão arterial sistólica em homens ou mulheres.

Os autores do estudo disseram que a ligação que assumimos entre o sal e a pressão arterial é “exagerada” e “mais complexa do que se pensava”. Uma matéria publicada na Women’s Health americana em 2016 relatou que não há nenhuma prova confiável de que o sódio realmente contribui para o aumento da pressão sanguínea ou problemas cardíacos — em vez disso, estudos ao longo dos anos têm mostrado resultados conflitantes sobre a conexão do mineral com problemas cardíacos.
“Para uma pessoa saudável, o sal não é necessariamente prejudicial quando consumido com moderação”, diz McMordie. Ela, no entanto, acrescenta que algumas populações são mais sensíveis ao sal — como pessoas com mais de 50 anos ou que já têm pressão alta. Para esses grupos, fazer uma mudança no consumo de sódio os afetará mais do que outros.

Um grande problema com excesso de sal, McMordie diz, é que a maioria dele vem de alimentos processados e de restaurantes, ao invés do próprio saleiro em cima da mesa. “Esses alimentos também são tipicamente mais ricos em gordura e calorias e fornecem menos nutrientes do que alimentos frescos preparados em casa”, diz McMordie. Isso pode levar ao ganho de peso, entre outros problemas de saúde, além da pressão arterial elevada.

Ok, então… Qual é pior?
Nenhum dos dois é particularmente perigoso, desde que sejam consumidos com moderação. “Mas em uma comparação mais minuciosa, o excesso de açúcar tem mais impacto negativo sobre a sua saúde em geral”, diz Head. McMordie concorda: “O sal é essencial para o corpo funcionar corretamente.

O açúcar, não.” Um artigo de 2014 publicado na revista Diabetology & Metabolic Syndrome também descobriu que o açúcar pode aumentar os efeitos negativos do sal. A insulina ordena que seus rins retenham sódio — e quanto mais insulina o corpo produz, mais água e sódio serão retidos no órgão. O resultado? Pressão alta.

“Para manter suas ingestões de açúcar e sal sob controle, invista em fontes nutritivas de carboidratos, como grãos integrais, produtos lácteos e frutas”, diz McMordie, e evite alimentos que contenham açúcares refinados e ingredientes processados. Caso encerrado.
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